CIRCO
MINIMAL
SINOPSE
Minimalismo
(síntese) + Animais (fábulas)
= CIRCO MINIMAL. Este espetáculo conta
com dez atrações no seu repertório,
encenando histórias curtas com animais
humanizados. O Circo está configurado
para atender à um público de sete
pessoas com uma estrutura técnica em
miniatura, independente e itinerante. Esta pequena
ilha de sonhos, que mescla atrações
circenses e Teatro de Formas Animadas, estará
aberta a experimentações de todas
as possíveis técnicas, priorizando
a pesquisa da miniaturização e
o uso de obras mímicas.
O
Circo Minimal é um desdobramento da linguagem
das caixinhas-teatro individuais (Teatro Lambe-Lambe),
criadas pelas bonequeiras baianas Denise e Ismine,
sendo também um novo espaço de
referência para outros profissionais não
vinculados à Cia Gente Falante.
HISTÓRICO
DO ESPETÁCULO
Até
o momento o Circo Minimal atendeu aproximadamente
25.000 pessoas em suas passagens pelos principais
parques da cidade de Porto Alegre, vilas e bairros
da periferia e participou de vários Festivais
Internacionais de Teatro de Formas Animadas.
O
Circo Minimal abrigou na sua programação,
desde abril de 2003, quadros e performances
de outros artistas e exposição
fotográfica aberta ao público
de todas as idades, concretizando a proposta
de espaço de referência, exposta
à experimentações e fusões
da linguagem do teatro de formas animadas com
as outras áreas das artes.
Em
abril de 2004 o espetáculo foi agraciado
com o PRÊMIO TIBICUERA ESPECIAL, na entrega
do Prêmio Açorianos de Teatro 2003,
pelo destaque, ineditismo, minuciosa e inusitada
resolução do projeto, (determinação
do júri e da Secretaria Municipal da
Cultura de Porto Alegre).
FICHA
TÉCNICA
PAULO
FONTES
Direção Geral, construção
dos bonecos, Concepção cenográfica,
Projeto Gráfico, atuação
e Manipulação
LIANE
VENTURELLA
Direção de Cena
EDUARDO
CUSTÓDIO
Recepção, Bilheteria, Assistência
de construção dos bonecos e produção
da Cia.
ANDRÉA
CASTRO
Orientação de pesquisa
GUSTAVO
FINKLER
Trilha Sonora
VERA
PARENZA
Figurino da Equipe
ANA
NUNES
Figurino dos Bonecos
CRISTINE
ROCHOL E LUIZ VENTURA
Fotos
CRISTINE
ROCHOL
Making Off Circo Minimal
CRISTINA
BIAZETTO
Ilustrações
HEITOR
SCHMIDT
Locuções de abertura dos mini-espetáculos
LUIZ
BLAZINA
Construção das estruturas de cenografia
e traquitanas
CARACTERÍSTICAS
TÉCNICAS
Duração
do espetáculo: 4min
Lotação
de público: 7 pessoas por sessão
Tempo
de Montagem: 3 h e 30 min
Tempo
de Desmontagem: 2 h
Carga:
1 keiser metálico contendo cenografia
e bonecos com 88cm X 95cm X 71cm
2
sacos de lona com esculturas das serpentes gigantes
do portal
1
saco de lona com fiações e lonas.
1
saco com serpente do topo
2
sacolas com ferragens da estrutura física
do circo
1
caixa com ar condicionado de 47cm X 41cm X 86cm
8
bancos de madeira com 70cm de altura X 32cm
largura X 32cm profundidade
Total:
16 volumes
Cubagem:
3 metros cúbicos
Peso
aproximado da cenografia: 280kg
O
Circo Minimal possui estrutura de luz, som e
ar condicionado tornando-se assim totalmente
independente tecnicamente.
NECESSIDADES
TÉCNICAS
Uma
tomada com corrente 220V
Transporte
ida e volta do atelier Cia Gente Falante até
o local do evento (caminhão baú
ou Sprinter sem bancos). No caso de apresentações
dentro ou fora do perímetro urbano da
Cidade de Porto Alegre necessitamos transporte
local para cenografia e equipe de trabalho.
Hospedagem
e alimentação para a equipe de
trabalho (03 integrantes)
Espaço
com as dimensões de 3,5m (altura) X 3,5m
(largura) X 3,5m (profundidade)
Esta
estrutura pode ser montada ao ar livre ou em
locais fechados, com as dimensões especificadas
anteriormente (Resguardada do vento forte).
LOCAIS
ONDE JÁ ESTEVE
Atrio
do Santander Cultural (Lançamento do
projeto CIRCO MINIMAL) - 2003.
Parque
Farroupilha (Temporada do CIRCO MINIMAL nos
parques) - 2003
Hall
de entrada do Teatro Municipal de Canela (16º
Festival Internacional de Teatro de Bonecos
Canela) - 2004
Galeria
da Fundação Cultural de Blumenau
(8º FENATIB) - 2004
4º
Goiânia em Cena - 2004
3º
Seminário Nacional SESC Cbtij de Teatro
para Infância e Juventude no Rio de Janeiro
- 2005
IMPRENSA
Falar
do "Circo Minimal" é falar
da Cia. Gente Falante - Teatro de Bonecos. Falar
da Cia. Gente Falante é falar em generosidade.
O "Circo Minimal" é a prova
de que o teatro de formas animadas tem a magia
de abraçar o público e fazer com
que seus desejos mais profundos venham a tona.
O desejo de ser livre para imaginar é
a mais intima beleza do ser humano. Fazer com
que o irreal se torne real e palpável
é uma dádiva alcançada
por poucos.
Fui
mais uma vez ungido pelos "deuses dos reino
dos bonecos" e os anjos que me levaram
a entrar em contato com este mundo de "fantasia
real" foram a gente do Gente Falante.
Destacar
o rigoroso apuro técnico com os bonecos
e com toda produção do "Circo
Minima]" é reduzir a sua grandiosidade.
Este espetáculo, como também o
meu encontro com Mongo ("Sob a Luz da Lua"),
me fez acreditar que é possível
sonhar e brincar com meus sonhos.
Iniciei
este texto falando em generosidade, e quero
concluir dizendo que o "Circo Minimal"
é a prova que com amor e profissionalismo
é possível encontrar esta "Generosa
Gente Falante" e seus pulsantes bonecos
vivos, pois eles respiram com o ar que respiram
os bons e os justos.
Obrigado
por mais este presente para os meus olhos e
para meu coração.
LOURIVAL
ANDRADE
Diretor Teatral - Professor da Universidade
de Santa Catarina
FENATIB 2004 / BLUMENAU
Em
apenas quatro minutos, pela sábia e fértil
via da fantasia, um mergulho abissal nas profundezas
da vida. Quatro minutos de pura magia e pleno
encantamento. Eis o CIRCO MINIMAL. Viva! Em
tempo: como diz Gianni Rodari, "trabalhar
com bonecos: o ofício mais bonito que
existe."
MARCO
CAMAROTTI
Folclorista pesquisador de cultura popular
Recife (PE), setembro de 2004
Um
Hai-Kai cênico
Um
desafio, este que se propôs a Cia. de
Teatro Gente Falante: fazer da simplificação
uma descida em profundidade. À semelhança
do hai-kai poético oriental, sua junção
e minimalização do circo de marionetes
e do teatro de formas animadas sintetiza, com
encantatória coerência, o lúdico,
o humor, o afetivo e o racional, falando simultaneamente
a nossa percepção sensível
e a nosso univeros mental.
Sua
pequena história de peixes, com o maior
engolindo sempre e progressivamente o menor,
até chegar àquele que domina toda
a cena, nos faz lembrar a famosa passagem de
um sermão do Pe. Antonio Vieira, que
se serve dessa mesma imagem para mostrar que
também em nossa sociedade um peixe maior
engole sempre um menor - o que é terrível,
pois para satisfazer a um peixe grande são
necessários muitos e muitos peixes pequeninos...
Uma
bela maneira de a Cia. de Teatro Gente Falante
comemorar seus 12 anos de atividades!
MARIA
HELENA KÜHNER
Escritora
Rio de Janeiro (RJ), agosto de 2004.
Eu
quero fugir com o circo
O
teatro de marionetes - ou de formas animadas,
ou seja lá qual for o nome que preferencialmente
se lhe dê - é uma arte difícil.
Produto da confluência entre as artes
plásticas e as artes cênicas, não
raramente tem na figura do marionetista o seu
único artífice. É ele o
responsável pela construção
das formas, cenografia, interpretação,
direção, iluminação,
somando-se a isso o fato de serem escassas as
obras escritas para o gênero, ficando
também a encargo desse a tarefa de adaptação
de textos para a encenação no
exíguo espaço de uma tapadeira
ou empanada. Por tudo isso, é um momento
muito feliz, sobretudo para nós que amamos
o teatro de marionetes, quando nos deparamos
com uma experiência bem sucedida. Esse
é o caso do Circo Minimal, da Cia. Gente
Falante, de Paulo Fontes e Eduardo Custódio.
Tudo no espetáculo vencedor do prêmio
especial do júri do Troféu Tibicuera
de teatro, edição 2003, é
preciosamente mínimo. Desde a barraca
de lona e alumínio que reproduz a estética
circense até o tempo de duração
dos quadros de apenas quatro minutos. O Circo
Minimal foi pensado para espaço abertos,
parques, praças, locais de grande circulação.
Há quem argumente que isso também
é próprio de outras manifestações,
como o teatro mambembe, o teatro de rua e toda
a modalidade de teatro de "caixinhas".
Porém o que impressiona não é
a estrutura pelo que propicia de independência
com relação às salas de
espetáculo e ambientes fechados ou institucionais.
O ineditismo da proposta é a experiência
sensorial oferecida pela passagem do espaço
caótico da rua ao ordenamento estabelecido
no interior da estrutura. Recebidos pelo mestre
de cerimônias (Eduardo Custódio)
vestido à caráter, adentramos
o espaço intimista do Circo que comporta
apenas sete espectadores por sessão.
Dentro, uma outra luz, uma outra ambientação
acústica, uma outra ordem - quase uma
experiência mítica, fundamento
mesmo do teatro. No Circo Minimal, somos envolvidos
e imersos, repentinamente, em uma outra dimensão
espacial; temos a impressão de que não
é o teatro que vai à rua, é
a rua que vai ao teatro. Dentro, esquecemo-nos
de que há pouco estávamos em uma
fila, lá fora, esperando para entrar.
Esquecemos que existe "lá fora".
Nos tornamos pura presença e atenção,
voltados agora ao pequeno picadeiro no centro
da estrutura. Então tem início
algum dos dez quadros do repertório do
Circo. A graça e a simplicidade dos quadros
nos devolve mais leve às ruas. Mas ao
sairmos, mesmo sabendo que ali existia um "alguém"
protegido por luz negra, a manipulação
das formas impecavelmente sincronizada com a
trilha sonora faz supor que nos tenha escapado
a presença de um ator cuidadoso - tamanho
é o impacto e envolvimento que a experiência
produz; e pensando um pouco mais sobre a arte
de ocultar-se, ainda que não soubéssemos
com antecedência a autoria, nas mãos
hábeis do manipulador podemos Inferir
Paulo Fontes a animar as marionetes, dadas a
precisão técnica e a intensidade
da interpretação. É
por essas e outras, que a Cia. Gente Falante
colabora para reeditar no imaginário
dos mais jovens o sonho que embalou por décadas
os corações aventureiros de outrora:
o desejo de fugir com o circo. Diante do prazer
de tê-los assistido, só resta dizer
obrigada Paulo Fontes e Eduardo Custódio
por mais esse presente.
ANDRÉA
CASTRO
Artista plástica e crítica de
arte
Porto Alegre (RS), outubro de 2004.
Um
circo feito de detalhes
Espetáculo
de quatro minutos traz bonecos em um minipicadeiro.
Quem
disse que os animais foram banidos do circo?
A Cia Gente Falante armou a lona e chamou Galinha,
sapo, peixe e até insetos para montar
seu novo espetáculo. Mas a bicharada
nem é a grande novidade do Circo Minimal,
com estréia neste final de semana; tudo,
dos bonecos aos refletores, é em miniatura...
PATRÍCIA
ROCHA
Jornal Zero Hora
Porto Alegre (RS), abril de 2003.
Parques
ganham poesia e humor com Gente Falante
Muita
poesia e humor podem ser encontrados no mundo
minimalista do CIRCO MINIMAL...
Folha
da Tarde Jornal Correio do Povo
Porto Alegre (RS), abril de 2003.
Orquestra
de Moscas mostra erudição
...é
o Maestro Isack Saponáceo, regente de
uma orquestra formada por moscas. É a
novidade do Fim de semana.
HÉLIO
BARCELOS
Jornal do Comércio
Porto Alegre (RS), abril de 2003.
Programações
e informações
O
Circo Minimal se afirma como uma das grandes
novidades e leva o público adulto e infantil
aos parques da cidade...O Circo Minimal é
uma super novidade em teatro de animação...
ROSANE
SCHERER
Jornal Fala Brasil
Porto Alegre (RS), maio de 2003.
A
festa dos bonecos
Uma
atração à parte foi o CIRCO
MINIMAL, do Gente Falante, grupo originário
da Bahia e agora radicado no Rio Grande do Sul...
O ineditismo do projeto provocou filas intermináveis
à porta do mínimo Circo.
CARLOS
AUGUSTO NAZARETH
Jornal do Brasil
Cobertura do Festival de Bonecos de Canela 2004.
Rio de Janeiro (RJ), junho de 2004.
O
mundo infantil do teatro
Visto
por 30 mil crianças, o Festival de Blumenau
reúne grupos de todo o país. Outro
espetáculo muito bom é o apresentado
diariamente, nas ruas, pela Cia Gente Falante
(RS)... espetáculo de 4 min. Pelas praças:
excelente.
CARLOS
AUGUSTO NAZARETH
Jornal do Brasil
Cobertura do FENATIB / SC 2004
Rio de Janeiro (RJ), agosto de 2004.
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